Junta Militar actual, não está contra Ossufo Momade, mas sim contra a Frelimo

JMR vai continuar a lutar para que haja Dignidade salarial nas Forças de Defesa e Segurança e que o povo seja bem governado. Porquê é que até hoje os desmobilizados do DDR não auferem os seus subsídios plasmado?

Será que este regime quer mesmo a Paz em Moçambique, ou está habituado guerra para sabotar o país?

A RENAMO mandou alguns homens armados para apoiar a Força do Regime em Cabo Delgado, sabe o que aconteceu? Mataram todos, não há dúvida que aquela guerra é do conhecimento dos grandes, grandes da Frelimo.

Eles pagam o soldado 5 000,00Mt, pessoa que defende a nação incansavelmente para receber cinco mil meticais, não acham que é uma brincadeira demasiada?


Uma das exigências da JMR é de que o salário das Forças de Defesa e Segurança, deve começar a partir dos 15 000,00Mt (Quinze mil meticais), porque a JMR entende que as Forças de Defesa e Segurança são o suporte do País e se eles recebessem este valor, não teríamos Guerra no Norte e nem instabilidade político militar no Centro do País, não precisaríamos de chamar estrangeiros para virem levar o pouco que temos.

 Acreditamos que os subsídios dos estrangeiros que cá estão, são dez vezes gordos que o salário das nossas Forças de Defesa e Segurança. Os quinze mil meticais que a Junta Miliar está a debater para que o soldado receba, se calhar é subsídio de crédito de um Ruandês que está em Cabo Delgado.

Eu, Maguddango tenho experiência do que estou a dizer, em 2004 fomos os primeiros grupos escalados para a manutenção de Paz em Burundi, quando o militar nacional recebia miséria, nós lá como estrangeiros recebíamos 150 dólares de subsídios de crédito e o salário era 450 dólares.

Saibamos que os estrangeiros que cumprem missões de guerra num certo país, ganham mais que os nacionais. Então o que custa Moçambique pagar 15 mil meticais as nossas Forças de Defesa e Segurança?

Estamos a deixar claro que a Junta Militar actual não está contra a liderança do Ossufo Momade, mas vai lutar incansavelmente com a Frelimo até o abandono total do poder.  

Portanto a Desmobilização, Desarmamento e Reintegração, deveria acontecer em todos lados, não podia ser somente na RENAMO. O povo sabe que a Frelimo também tem militares clandestinos, esses deveriam ser desmobilizados Desarmados e Reintegrados na Sociedade.

Aqueles Militares que invadiram a Base de Santugira e ocuparam, deveriam ser Desmobilizados, Desarmados e Reintegrados e desactivadas aquelas bases, o povo daquela zona merece circular em Paz sem a presença daquela força.

O desmobilizado deve continuar a receber normalmente, a fonte de rendimento não deve ser desactivada, porque eles lutaram muito para este país.

Eu, Maguddango, estou acompanhando especulações de que há sucessor do General Mariano Nhongo, descordo e digo que os que falam, são os da Inteligência do Estado, fazem isso para apalparem a informação, querem saber quem será o verdadeiro líder, mas apelo muita calma, ainda não foi anunciado o sucessor. Se há, ainda não foi anunciado.

Não é possível em pouco tempo termos o sucessor, estamos de luto e nem temos 6 meses. Estão a procura do sucessor porquê, querem matar de novo?

As mesmas pessoas que querem saber do sucessor, são as mesmas que dizem que a Junta Militar enfraqueceu, são os do SISE, estão sem pistas e querem colher informações para depois fazerem o que sabem mais…

Isso vai doer muito para eles, porque mesmo que haja o sucessor, não será anunciado, porque a Junta Militar actual está a usar Uma parábola de um certo animal sem cauda que costuma-se chamar em língua chuabo de Nhafuba, esse tipo de animal anda em baixo da terra, consegue-se ver que passou alguma coisa, mas não é visível, aquele para pegar é muito mas muito difícil, os que pegam aquele animal usam muita inteligência.

A JMR já viu o que aconteceu com o nosso General e aprendeu, houve traidores, confiamos alguém sem saber que essa pessoa era lâmina, cortava dois lados.  

Se for para queimar, as pessoas vão ver que a mata está a pegar fogo mas quem lançou o lume ninguém vai conhecer.

A Junta Militar da RENAMO afirma categoricamente  que a Morte do Nhongo, não é o fim do movimento. Da mesma maneira que aconteceu com a morte do Primeiro Comandante das Forças Armadas da Renamo, André Matsangaissa, será o mesmo com a história do Nhongo, vai levantar um sucessor forte que substituirá o Nhongo e que vai guiar os destinos da RENAMO junto com a liderança do Partido.  

Sobre o pronunciamento do Bernardino Rafael, Comandante-Geral da Policia

Ele alerta que a missão actual das Forças de Defesa e Segurança no Centro do País é de perseguir os financiadores, os da logística e os da informação e reconhecimento para que não haja mais junta militar da Renamo.

Será que ele tem capacidade de perseguir todo o povo? A junta militar é todo um povo determinado que luta para que seja reposta os seus direitos e haja democracia e eleições livres e transparentes, eu acho que no mundo não há uma marca de arma capaz de matar todo povo. O Bernardino tentou politizar para ameaçar os membros da JMR. Ele usou a mesma política da Frelimo que diz que “o povo é nosso patrão” por isso eles foram emprestar dinheiro no estrangeiro em nome do povo a espera que o seu patrão iria pagar e de facto o povo está a pagar.

O pronunciamento do Bernardino não foge com o pronunciamento da Frelimo, porque também ele é Frelimo.

Os membros da JMR não pode ter medo porque não existe nenhuma arma capaz de matar um povo determinado, a única arma que é capaz de matar é dialogo franco.  Esse  dialogo deve contar com a Presença da Comunidade Internacional, se for franco, será possível acabar com o conflito político militar no centro.

Fonte: JMR


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