Se a Frelimo pensou que matar o Presidente da JMR Nhongo, foi a solução e a guerra acabou, foi enganado


Na guerra civil que durou cerca de 16 anos, no dia 17 de Outubro de 1979, quando a FRELIMO baleou o 1º Comandante André Matade Matsangaissa, na Serra da Gorongosa, a RENAMO estava numa fase ainda de um movimento, sem condições humanos e materiais para fazer frente a uma guerra, a FRELIMO perpetrou ofensivas de grande envergadura, com artilharia pesada, com apoio de muitos países amigos para destruir a RENAMO.
Quando esperava-se pela destruição da RENAMO, o Mundo testemunhou a bravura e a tenacidade dos Comandos da RENAMO, sob liderança do seu jovem Presidente Dhlakama.

Os guerrilheiros da JMR reagiram e apelaram ao Povo Moçambicano que, quem morreu foi o Presidente e não a Junta Militar, queremos que o povo saiba desde já que a história do General Nhongo é continuação da história do Comandante em Chefe Matsangaissa e Dhlakama. A ideia é de se continuar com a história até o alcance dos objetivos gerais e específicos que ditaram a existência da Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO).

Os guerrilheiros adiantaram que não se pode pensar que a Junta Militar da Renamo vai enfraquecer ou desaparecer, só porque perdeu o seu Presidente Tenente General Mariano Nhongo, não, nós continuamos firmes e fortes e estamos a formar mais jovens corajosos, decididos, que irão expandir a guerra por todo o país, do Rovuma ao Maputo, e se caso o Governo continuar a ignorar o documento enviado ao Presidente da República, culminará na criação de zonas libertadas e ocupadas pelo grupo como também aconteceu no passado.

O Nhongo recebia ordens dos superiores, se lembram o dia da criação do Grupo, 12 de Agosto de 2019, vão descobrir que nem só foi o General Nhongo que participou na Conferencia, mais sim, participaram mais de 500 homens. 
O Governo não deve e nem pode perseguir forçosamente a Junta Militar, mas sim, deve aceitar diálogo para o alcance da Paz em Moçambique. Frisou a fonte
Fonte: guerrilheiros da JMR!


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